NORTE DA ILHA
Praia do Forte
Mar tranquilo, belas paisagens e história se encontram em uma pequena praia aos pés da Fortaleza de São José da Ponta Grossa.
A Praia do Forte é a primeira dentre as praias de baía a sofrer a influencia das águas oceânicas, já que está localizada exatamente na entrada do canal. Isso faz dela uma praia com características totalmente diferentes de praias como Cacupé, Santo Antônio de Lisboa e Sambaqui.
UMA PRAIA PARA PARA DEIXAR AS CRIANÇAS A VONTADE

Apesar do pequeno tamanho, a Praia do Forte tem areia branca e fina, mar com poucas ondas, águas claras e com temperatura muito agradável. Não importa a estação do ano, é sempre muito procurada por moradores e turistas que buscam passar o dia com a família ou amigos, podendo sentar-se confortavelmente sob seus guarda-sóis para relaxar ou praticar esportes na água ou areia.
Por seu uma praia com acesso limitado, há pouca urbanização. A maior parte da casas pertencem a descendentes dos primeiros moradores que fizeram parte da construção e operação da Antiga Fortaleza de São José da Ponta Grossa no século XVIII.
RESTAURANTES ATENDEM NA BEIRA DA PRAIA

Não há hotéis ou pousadas, apenas mar de um lado e morro do outro. Entretanto, há bons restaurantes que servem ostras, camarões e peixes frescos pescados ali mesmo. Depois, servem em mesas na praia, no bom e velho estilo “Pé na Areia“, num contraponto aos restaurantes pretensiosos de Jurerê Internacional. Um deles é o Pescador Lobo, no canto esquerdo da praia.
ATENÇÃO A VIA DE ACESSO A PRAIA DO FORTE

Para se chegar a Praia do Forte, há duas formas de acesso. De carro, através de uma rua no canto esquerdo de Jurerê Internacional ou por caminhada a partir da Praia da Daniela.
UM POUCO DE HISTÓRIA

O nome oficial da praia é Praia da Ponta Grossa em razão da Fortaleza de São José da Ponta Grossa. Contudo, os usos, costumes e modernizações tornaram a praia mais conhecida como Praia do Forte.
Construída em 1740, a Fortaleza de São José da Ponta Grossa faz parte do triângulo de defesa da Ilha de Santa Catarina, projetado pelo Brigadeiro Silva Paes durante o período colonial.
Ao longo do tempo, foi abandonada e parte de suas paredes, telhas e muitos outros materiais serviram para a construção das residencias dos herdeiros dos primeiros ocupantes que viviam nas proximidades.
Em 1938, ela foi tombada pelo Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e, posteriormente, nas décadas de 1970 e 1980 foram realizados trabalhos de prospecção arqueológica e de restauração parcial, que culminaram na abertura para visitação em 1992. Desde então, vem sendo gerida e mantida em funcionamento para visitação pela Universidade de Santa Catarina.
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